Search
terça-feira 12 dezembro 2017
  • :
  • :
Última Atualização
Banda islandesa rSigur Rós reuniu cerca de 7 mil no Espaço das Américas, em edição do Popload Gig É uma cena difícil de imaginar: um artista islandês lotando praticamente todos os 7 mil lugares de uma casa como o Espaço das Américas, em São Paulo. E não se trata da consagrada Björk e nem dos “queridinhos” do Lollapalooza Of Monsters and Men, que já esteve no Brasil duas vezes recentemente. O grupo em questão é o Sigur Rós, um (agora) trio de post rock/post punk cultuado mundialmente e que retornou ao Brasil após 16 anos da passagem anterior. O show, uma “edição de luxo” do Popload Gig, foi uma espécie de encontro ritualístico, que pouco teve de interação e agitação, mas no qual os presentes puderam compartilhar da atmosfera reflexiva criada pelas sonoridades estendidas e os cenários iluminados dos europeus. As estruturas foram fundamentais para o show. Havia diversos bastões e construções que mudaram de brilho e entonação conforme a canção apresentada e o telão foi uma atração complementar, exibindo tanto gravações de cenários filmados quanto animações baseadas em formas geométricas, variando cores e dimensões de profundidade. Até por isso (a impossibilidade de trazer a estrutura completa de show), a banda demorou a vir ao Brasil, segundo os integrantes revelaram em entrevista ao Estado de S. Paulo. Com os estímulos visuais, o show do Sigur Rós foi praticamente “silencioso” por parte do público. Ninguém cantou junto – até porque praticamente ninguém entende islandês ou “vonlenska”, língua criada pelo líder da banda, Jónsi Birgisson – e os gritos vinham normalmente quando as canções acabavam ou quando mudavam drasticamente de direção para um momento de maior agitação. O próprio vocalista e guitarrista até interpretou algumas das poesias, mas o jeito que ele abordou e costuma abordar os vocais acabou fazendo do microfone praticamente um instrumento adicional na sonoridade dos islandeses.

Jay-Z, Kendrick Lamar e Bruno Mars no topo e na liderança de indicações ao Grammy 2018

Jay-Z lidera as indicações à 60ª edição do Grammy, com um total de oito citações. Além do rapper — que já ganhou 21 títulos da premiação — Kendrick Lamar e Bruno Mars concorrem em sete e seis categorias, respectivamente. A cerimônia de entrega do mais prestigiado prêmio da música norte-americana acontece no Madison Square Garden, em Nova York, em 28 de janeiro de 2018, com apresentação de James Corden (que também comandou o evento em 2017).
As citações de Jay-Z e Mars incluem as três principais categorias da noite: Álbum do Ano (por 4:44 e 24K Magic, respectivamente), Gravação do Ano (“The Story of O.J.” e “24K Magic”) e Música do Ano (“4:44” e “That’s What I Like”). Lamar ficou de fora apenas da última, competindo com Damn. (Álbum do Ano) e “Humble.” (Gravação do Ano).
Os dois últimos indicados a Álbum do Ano são Lorde (com Melodrama) e Childish Gambino (com “Awaken, My Love!”). O músico, que recebeu cinco citações, também compete por Gravação do Ano, por “Redbone”. O hit “Despacito”, de Luis Fonsi e Daddy Yankee, com participação de Justin Bieber, batalha na categoria e é o único dos cinco indicados a Gravação a concorrer em Música do Ano (que tem “Issues”, de Julia Michaels, e “1-800-273-8255”, de Logic, com participação de Alessia Cara e Khalid, completando a concorrência).
Julia, Alessia e Khalid concorrem pelo posto de Melhor Artista Revelação, assim como SZA e Lil Uzi Vert. Os novatos Khalid e SZA mostraram força ao receber cinco indicações cada.
Nos títulos dedicados ao rock, os finados Chris Cornell e Leonard Cohen concorrem por Melhor Performance (com “The Promise” e “You Want It Darker”, respectivamente). Quanto ao Melhor Álbum do gênero, competem Queens of the Stone Age (Villains), Metallica (Hardwired… to Self-Destruct), War on Drugs (A Deeper Understanding), Mastodon (Emperor of Sand) e Nothing More (The Stories We Tell Ourselves).

Em Melhor Álbum de Música Alternativa, American Dream, do LCD Soundsystem, Humanz, do Gorillaz, Everything Now, do Arcade Fire, Sleep Well Beast, do The National, e Pure Comedy, de Father John Misty, batalham pelo Grammy.

Veja abaixo os principais indicados ao Grammy 2018.

Álbum do Ano
Awaken, My Love! — Childish Gambino
4:44 — Jay-Z
DAMN — Kendrick Lamar
Melodrama — Lorde
24K Magic — Bruno Mars

Gravação do Ano
“Redbone” — Childish Gambino
“Despacito” — Luis Fonsi & Daddy Yankee Featuring Justin Bieber
“The Story Of O.J” — Jay-Z
“HUMBLE” — Kendrick Lamar
“24K Magic” — Bruno Mars

Música do Ano
“Despacito” — Ramón Ayala, Justin Bieber, Jason “Poo Bear” Boyd, Erika Ender, Luis Fonsi & Marty James Garton (Luis Fonsi & Daddy Yankee Featuring Justin Bieber)
“4:44”— Shawn Carter & Dion Wilson (JAY-Z)
“Issues” — Benny Blanco, Mikkel Storleer Eriksen, Tor Erik Hermansen, Julia Michaels & Justin Drew Tranter (Julia Michaels)
“1-800-273-8255” — Alessia Caracciolo, Sir Robert Bryson Hall II, Arjun Ivatury, Khalid Robinson (Logic Featuring Alessia Cara & Khalid)
“That’s What I Like” — Christopher Brody Brown, James Fauntleroy, Philip Lawrence, Bruno Mars, Ray Charles McCullough II, Jeremy Reeves, Ray Romulus & Jonathan Yip (Bruno Mars)

Artista Revelação
Alessia Cara
Khalid
Lil Uzi Vert
Julia Michaels
SZA

Melhor Álbum Alternativo
Everything Now — Arcade Fire
Humanz — Gorillaz
American Dream — LCD Soundsystem
Pure Comedy — Father John Misty
Sleep Well Beast — The National

Melhor Álbum Urbano Contemporâneo
Free 6lack — 6lack
Awaken, My Love! — Childish Gambino
American Teen — Khalid
Crtl — SZA
Starboy — The Weeknd

Melhor Álbum Dance/Eletrônica
Migration — Bonobo
3-D The Catalogue — Kraftwerk
Mura Masa — Mura Masa
A Moment Apart — Odesza
What Now — Sylvan Esso

POP

Melhor Álbum Vocal Pop
Kaliedoscope EP — Coldplay
Lust For Life — Lana Del Rey
Envolve — Imagine Dragons
Rainbow — Kesha
+ (Divide) — Ed Sheeran




  • Deixe uma resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *